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AGQ Brasil - Itens filtrados por data: Janeiro 2016
Quinta, 25 Fevereiro 2016 08:51

Você sabia que o lixo pode virar energia ?

O lixo que descartamos diariamente poderia ser a solução para a geração de energia no país, ampliando a matriz energética e barateando os custos. Essa é a ideia por trás do conceito de reciclagem energética, que transforma resíduos sólidos em combustível para o consumo doméstico e industrial. A ideia é a melhor alternativa  para resolver a questão dos aterros sanitários e, ainda por cima, atender a alta demanda por energia em todo o mundo.
O surgimento de novas tecnologias fez com que o consumo energético aumentasse consideravelmente nos últimos anos – tanto em residências, que utilizam mais gadgets, por exemplo, eletroeletrônicos que demandam mais energia, quanto nas empresas, que produzem estes dispositivos. A expectativa da Agência Internacional de Energia prevê um crescimento de 37% até 2040 – o que torna urgente a procura por novas fontes.
A reciclagem energética é uma das modalidades de reaproveitamento do lixo mais benéfica para a natureza. Nada mais é do que a queima dos resíduos sólidos que não foram aproveitados após uma triagem manual, como restos de alimentos, materiais higiênicos e, principalmente, plásticos. Inclusive, por conta de seu alto poder calorífico é este o  material mais importante: um quilo, por exemplo, tem a mesma eficiência de um litro de diesel.  Além disso, o processo é totalmente limpo – o que explica o apoio da ONU a essa iniciativa.
Os gases provenientes da queima são aspirados e utilizados no próprio funcionamento da usina que realiza este trabalho. O material que sobra – cerca de 10% do total, serve de matéria-prima para telhas e tijolos. Atualmente, 35 países adotam este recurso – apenas na União Europeia, estimativas apontam que existem mais de 400 usinas que geram 10 mil megawatts – quatro vezes mais do que o economizado no Brasil com o horário de verão, por exemplo.
No Brasil, este tema ainda é pouco discutido. Primeiro porque a própria ideia de reciclagem ainda engatinha – apenas 3% do lixo é reciclado e 13% da população é atendida por coleta seletiva, de acordo com relatório da CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem). Depois por conta do alto custo: o aterro sanitário sempre foi uma opção mais barata do que usinas de reciclagem, enquanto a maioria dos materiais recicláveis, como garrafa PET, vidro e alumínio, possui um valor maior de mercado para a separação manual (deixando poucos resíduos para a geração de energia).
Porém, a tendência é o país dar seus primeiros passos para a reciclagem energética. A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em 2010 e, entre idas e vindas, deve ser implementada até 2018 em todo o território nacional. Dessa forma, o lixo produzido deverá ter outro destino e torna-se uma boa oportunidade para retornar aos lares na forma de energia.
Fonte: GreenClick
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O Comitê do Meio Ambiente (Comasp) do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (SindusCon-SP) criou na última semana um grupo de trabalho para elaborar uma ferramenta de cálculo para inventários de emissões de gases de efeito estufa do setor de edificações, destinada a construtoras e incorporadoras.
No encontro, o sócio-diretor da Pangea Capital, Roberto Strumpf, frisou discussões presentes na 21ª Conferência do Clima (COP 21) de Paris. Destacou a precificação do carbono como desdobramento esperado pelas empresas, o que deve aumentar custos dos produtos de duas formas: pela taxação, em que se paga por emissão gerada, ou pelo mercado, em que as empresas menos eficientes terão custos maiores na sua produção.
Natália Kurimori, analista de sustentabilidade da Pangea Capital, também citou a estrutura dos principais itens que devem integrar a nova ferramenta, e acrescentou que as bases para o projeto são o GHG Protocol, o Guia metodológico para inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) – setor Edificações, lançado pelo SindusCon em 2013 e a experiência das empresas que já elaboraram os inventários das obras.
A coordenadora técnica do Comasp, Lilian Sarrouf, avaliou a reunião como produtiva. “Agora vamos fazer a lição de casa para que, em março, seja possível dar início aos testes com uma primeira versão da ferramenta”.
Fonte: PINI
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Novos textos dispõem sobre requisitos para a fabricação, recebimento e utilização de vigotas, minipainéis, painéis, elementos inertes e armaduras treliçadas eletrossoldadas
 
Foram publicadas na última semana as três partes revisadas da NBR 14859 – Lajes Pré-Fabricadas de Concreto, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que especificam os requisitos para a fabricação, recebimento e utilização dos componentes empregados na construção de lajes em qualquer tipo de edificação, excluindo-se os painéis protendidos. As normativas entram em vigor nos dias 21 (parte um e dois) e 22 de fevereiro (parte três).
Os textos, que estiveram em consulta nacional em outubro do ano passado, tratam dos requisitos relativos às vigotas, minipainéis e painéis; dos elementos inertes para enchimento e fôrma; e das armaduras treliçadas eletrossoldadas.
De acordo com o coordenador Comitê de Lajes Pré-Fabricadas (CEE-94), José Bento Ferreira, objetivo da revisão foi atualizar e aprimorar as especificações das normas, com o objetivo de viabilizar um ganho real na qualidade dos produtos. “A atualização da normativa é também uma forma de garantir uma maior participação de todos os segmentos da sociedade que se interessem pelo assunto e queiram se manifestar”, disse Ferreira.
Estão previstas para revisão mais duas partes da NBR 14859, que tratam do cálculo estrutural específico para esse elemento estrutural e do desempenho das vigotas, minipainéis e painéis. A ABNT, porém, ainda não divulgou quando os novos textos entrarão em consulta pública.
Clique aqui para acessar a NBR 14859-1, NBR 14859-2 e NBR 14859-3.
Fonte: PINI
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